Quando a ETE PIC estiver em funcionamento, os 32 curtumes restantes da região precisarão se mudar para o polo industrial. As empresas, que provavelmente não teriam condições de arcar com seus próprios sistemas internos de tratamento, terão acesso a tecnologia de tratamento de última geração, pela qual pagarão uma taxa nominal por metro cúbico de efluente.
Mas este não é o fim da jornada. Já existem ideias de como expandir a ETE para que possa processar mais efluentes industriais de outros negócios, ajudando ainda mais a reduzir a poluição e, por fim, recuperar o Rio Matanza Riachuelo. Espera-se que a região da bacia hidrográfica um dia prospere tanto com a indústria quanto com um ambiente limpo.